domingo, 6 de setembro de 2020

CRÔNICAS 671 : DOMINGO

Li algo sobre chuva no feriadão  e hoje de madrugada , apesar da lua e sua estrela solitária brilharem no céu, deu para perceber as nuvens cinzas se formando ao céu redor . É claro , da perspectiva de quem olha de baixo. 
Caminhei solitário pelas ruas mal iluminadas do bairro até o ponto de ônibus. Ficar sozinho esperando uma condução naquele lugar gera uma desconfiança desconfortável. Qualquer um passa por isso , qualquer um pode ser um assaltante em potencial. 
Logo o ponto é preenchido por algumas figuras de partida para o trabalho e vans para Madureira. E, nada do 665 aparecer. Comprovando que a linha só passa próximo das 5 hs . 
Pelo menos o Moovit atualizou os horários das linhas. Até o mês passado estava com o horário antigo . 
665 aparece uns 5 minutos para as 5 h é embarco nele quase vazio . GPS do celular ativado, porque a viajem é longa . A volta que dá da Luther King até Coelho Neto e volta tudo para sair na passarela 28 da Av. Brasil  é exaustiva. Imagino como é durante a semana . Brasil é sinônimo de engarrafamentos e estresse .
Desço no ponto da Towlon na Av. Brasil é entro na Av. París. O 483 tem lugar a vontade , mas por ser uma linha que liga zona norte a sul , enche rapidamente. Viagem chacoalhada, barulhenta e rápida. Mas , não chegarei em tempo . Um pequeno atraso , como sempre . Do túnel Santa Bárbara ao campo do Fluminense, uma única parada . 
Daqui em diante serão muitas . Isto não é um serviço de uber. 
O dia está clareando é a viagem segue por Botafogo. 

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